Quem cala nem sempre consente.
Quem cala sente,
e sente a ponto de perder as palavras.
Perde-se por avistar mil caminhos e
almejar apenas um, e acaba indo e voltando
em trilhas que nem sempre tem um
fim certo.
Quem cala espera o barulho da mente cessar,
tenta entender que sentir tudo e sentir nada
é perigoso.
Quem se cala sabe que não há nada melhor do que
resolver seus problemas sozinhos. Porque há momentos
em que a ausência é silêncio e silêncio é ausência.
Ambos em uma valsa tênue na linha da razão e emoção.
Quem cala sente,
e sente a ponto de perder as palavras.
Perde-se por avistar mil caminhos e
almejar apenas um, e acaba indo e voltando
em trilhas que nem sempre tem um
fim certo.
Quem cala espera o barulho da mente cessar,
tenta entender que sentir tudo e sentir nada
é perigoso.
Quem se cala sabe que não há nada melhor do que
resolver seus problemas sozinhos. Porque há momentos
em que a ausência é silêncio e silêncio é ausência.
Ambos em uma valsa tênue na linha da razão e emoção.
— Gabriela Giacomini. (via oxigenio-dapalavra)